Antes da sessão
1. O tatuador compartilha seu link
Cada perfil configurado possui uma página pública própria. O tatuador envia esse endereço ao cliente para que o preenchimento aconteça antes do atendimento, sem instalação de aplicativo.
O link identifica o profissional responsável e apresenta a ficha, os textos de autorização e as opções de consentimento correspondentes àquele perfil.
2. O cliente preenche e assina pelo celular
A ficha reúne identificação, contato de emergência, histórico de saúde, informações do procedimento e escolhas de consentimento. Ao final, o cliente desenha a assinatura no próprio dispositivo.
Quando o cliente é menor de 18 anos, o fluxo solicita também dados e assinatura do responsável. Saiba como esses grupos de informação se organizam no guia da ficha de anamnese para tatuagem.
3. O servidor confere o envio
Antes de processar a ficha, a aplicação confere a origem da requisição, o tamanho do conteúdo, a estrutura dos campos, a versão do contrato e a verificação antiabuso. Campos condicionais também são validados novamente no servidor.
Esses controles reduzem envios inválidos, mas não equivalem, por si só, a uma declaração de conformidade integral. Os detalhes e limites estão na página de segurança e LGPD.
4. O PDF é gerado e enviado
Com o envio validado, a aplicação gera o PDF em memória e solicita ao provedor de e-mail a entrega de uma cópia ao cliente e outra ao tatuador. A aplicação não mantém um histórico próprio das fichas após esse fluxo.
- O cliente recebe uma cópia para seus registros.
- O tatuador recebe o documento completo para o atendimento.
- O armazenamento posterior ocorre nas caixas de e-mail e deve ser administrado pelo responsável.
Resultado
O documento apoia o atendimento; a análise continua humana
A Anamink organiza respostas e autorizações em um documento. Cabe ao tatuador ler as informações, esclarecer dúvidas e decidir como conduzir o atendimento. A ficha não faz diagnóstico nem substitui avaliação de saúde.